Acampamento Meio-Sangue
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Olá campista! Bem vindo ao RPG baseado nos livros de mitologia grega de Rick Riordan. Procure ler tudo o que for possível antes de jogar e, principalmente, não deixe de se divertir!
Ficha para Reclamação - Página 3 2u458vp Tudo parecia estar em paz depois da guerra contra o poderoso Titã Cronos. Percy e seus amigos foram proclamados os grandes heróis e ao que parecia uma época de paz estava para se prolongar... Porém tranquilidade não é uma palavra duradoura no dicionário meio-sangue. Os monstros estavam se agitando novamente, aparecendo cada vez mais. As idas ao Óraculo estão aumentando. Será que uma grande profecia está para vir? Prepare-se, você pode ser o próximo a ter o futuro do Olimpo em suas mãos.
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Ficha para Reclamação

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Mensagem por Hera em Dom Jun 26, 2011 7:57 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Seja bem-vindo campista. Já visitou todas as instalações do acampamento? Imagino que já tenha treinado e que você já conheça o chalé de Hermes e seus campistas, mas você deve sentir vontade de ir para o chalé de seu patrono, não? Imagino que você já tenha tentado descobrir se tem afinidade com alguns deuses, mas ainda não tenha certeza.

Não fique aí de braços cruzados, acha que seu pai divino, ou mãe divina, irá reclamar você se for um preguiçoso? Mostre-se, prove que merece ser reclamado.



♦ Nome completo:

♦ Idade:

Personalidade: (descreva como o seu personagem é em termos de qualidades e defeitos)

História: (conte-nos a história de seu personagem, de onde é, como é o pai ou mãe humano e etc. Mínimo de 8 linhas)

♦ Pai/mãe divino que deseja:



Por enquanto, poste sua ficha aqui mesmo, e seu pai/mãe olimpiano(a) achará você. Se a ficha não agradar ao deus ou deusa escolhido, ele irá avisá-lo e terá de fazer outra ficha.

OBS: Para aqueles que quiserem ser filhos de Hécate, terão de fazer uma ficha particular, para tanto terá de pedir a Afrodite ou a Hécate pela ficha, que será mandada por MP! Válido a partir do dia 09/07.
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Mensagem por James Dylan Cooper em Sab Ago 20, 2011 8:33 pm

♦ Nome completo : James Dylan Cooper

♦ Idade : 16

♦ Personalidade : Ele é um garoto persistente , que é muito orgulhoso . Ele consegue amizade facilmente , mas é muito quieto na dele .

♦ História : James havia exatamente 12 anos quando foi achado pelo seu sátiro-professor . Estava em um dia nublado , o sol não aparecia . Era um dia escuro mesmo sendo 7:25 , faltando 5 minutos para a escola . Saio do carro do meu pai um pouco sonolento com uma mochila de uns 10 quilos de material escolar . Estava entediado não queria ir para a escola a primeira aula era de Espanhol . O meu professor Jorge era muito estranho o jeito que ele ria e como ele andava ( como se estivesse com uma perna machucada ) e pegava muito no meu pé para aprender tudo até quando tirava nota vermelha em outras matérias . Mesmo sabendo que eu tinha déficit de atenção , dislexia e Hiperatividade . Cheguei uns 5 minutos atrasado e tive de ir para a Coordenação conversar com a nova coordenadora que entrara a uns 3 dias . No momento que entrei com o professor na sala ele me sussurou de um jeito estranho :
- Cheiro mal - diz ele ainda cheirando .
- Olá o que aconteceu professor ?- disse a diretora que tambem num era um modelo de pessoa normal . O professor começou a gaguejar :
- Na ... nada senhora errei a sala - diz ele se virando para a porta .
- Espere ... quero conversar com esse garoto sá... professor - disse a coordenadora com um sorriso .
- Corra James - disse o professor jogando um livro no rosto da coordenadora e abrindo a porta me puxando para fora - Saia do colégio fale com sua mãe agora - disse ele gritando .
No mesmo momento saiu de lá um bicho muito estranho . Era a senhora mas de um tamanho muito maior . Deu pra ver no braço dela um coração com um nome " Fofinha e do lado um nome borrado .
- Semi deuses malditos mataram meu amorzinho - diz a coordenadora
- James saia daqui imediatamente - disse o professor
- Não . Eu vou te ajudar a sair daqui - disse a ele .
O professor puxa uma espada que estava bainhada e me dá .
- Proteja sua guarda menino .
Aquela coisa bate no professor que o faz voar 10 metros . Aquilo me deixou enraivecido com a espada empunhada soltei um sonoro grito e fui em direção da coisa e dou um corte lateral em sua barriga dando um giro e indo para tras dela e dou um chute em suas costas fazendo a cambalear um pouco para frente . O professor havia acordado e puxou uma flauta e começou a tocar uma música com ela no começo não vejo nenhuma diferença mas raízes começam a brotar do chão e prendem o pé da coisa aproveitando a distração pego a espada dou um pulo e crava a espada em suas costas . Caio no chão e uma chuva de ouro cai sobre mim . Me arrasto para perto do professor e ele diz .
- Você num vai perguntar nada sobre tudo aquilo - perguntou o professor .
- Não . Meu pai me contou quando fiz 10 anos e uma harpia me atacou minha mãe me salvou ...
Ele tirou uma borboleta de metal e a jogou pro ar e a borboleta voou .
- Pra onde ela vai ? - perguntei
- Ela vai pro Acampamento Meio- Sangue o seu lugar - disse o professor agora sorridente - venha comigo que jájá estaremos no acampamento .
Vamos para a entrada e uma van chega e nos leva ao Acampamento . Conheci várias pessoas . No 2 º dia minha mãe me reclamou . Hécate .
-




♦ Pai/mãe divino que deseja : Hécate
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Mensagem por Nathan S. Yew em Qua Set 07, 2011 7:18 pm

Nome Completo: Nathan Summer Yew

Idade: 15 anos

Personalidade: Eu sou muito simpático, comunicativo e brincalhão, mas a questão do brincalhão as vezes atrapalha, por que quando estou numa situação séria eu não consigo NÃO fazer uma brincadeira e algumas pessoas não gostam disso, acham imaturo da minha parte. Um dos meus maiores defeito, segundo minha mãe, é não parar com uma garota, nunca namorei, mas vivo pegando. O que eu mais amo são as artes, desde quadros aos instrumentos, eu tinha uma guitarra até, mas fui inventar de quebrá-la ao meio tentando imitar um cara na TV. Tenho vários amigos e os defendo de corpo e alma, nunca deixei um amigo na mão e acho que esse meu prazer em ajudá-los acaba fazendo com que eu não pare em uma escola, sempre me meto em confusões tentando fazer com que meus amigos não sejam expulsos ou levem detenções.

História: Bem, eu nasci em São Francisco, California, mas com menos de um ano eu e minha mãe nos mudamos para Nova Orleans, Louisiana, nos vivemos lá por quatro anos, foi quando nos mudamos para Orlando, Florida, por mais que tivesse sido legal morar lá, não nos demoramos, dois anos depois nos mudamos mais uma vez, agora fomos para Columbus, Ohio, foi lá que passei a maior parte da minha vida, passei oito anos lá e então me mudei para onde estou atualmente, Nova York. O engraçado era que sempre que nos mudávamos, alguma coisa estranha havia acontecido, como por exemplo, quando eu destrui uma praça inteira em Orlando, três dias depois nos mudamos para Ohio. Da nossa saída da Luisiana eu não lembro muito, mas nos mudamos uma semana depois de eu ter dito que vi que meu professor na verdade tinha só um olho. Já em Ohio, foi por um bom motivo, um estranho morcego gigante, ou era o que parecia, destruiu uma loja de carros de luxo e todos achavam que havia sido eu e eu já estava a espera de um julgamento, mas por algum motivo, de uma hora para a outra diziam que tinha sido uma brincadeira de criança, uma brincadeira de muito mau gosto, depois que os policiais disseram isso publicamente, eu e minha mãe nos mudamos quase imediatamente para Nova York , não vou negar, eu gostei de ter livrado a cara, mas foi muito estranho essa repentina mudança de idéia dos policiais. Quando acabamos de nos acomodar em Nova York foi que descobri a verdade sobre mim.
Eu estava acabando de arrumar umas coisas no meu quarto, dando uns toques pessoais, como alguns pôsteres de Skatistas e de guitarras, andava guardando uma grana para comprar uma nova, havia destruído a minha em Ohio, quando tentava imitar um rockeiro qualquer que eu vi na TV, ri me lembrando do quanto idiota eu fora fazendo aquilo. Fui na cama, recolhi meu notebook e o coloquei na minha mesa de estudos, quando o depositei lá achei um papel com um número e um nome escritos, era de uma garota que eu havia conhecido num supermercado, Lucy, dei um risinho, sempre conseguia a garota que queria, nunca levei um toco na vida, mas sabia que quando levasse o meu primeiro iria quebrar meu orgulho. Guardei o papel no bolso e desci as escadas, minha mãe estava sentada no sofá com as mãos nos rostos, ela aparentava estar exausta, tudo bem que andávamos organizando a casa e isso também me deixava cansado, mas minha mãe parecia que tinha algo a atormentando.
-O que houve mãe? – Perguntei um pouco preocupado. – A senhora não parece estar bem.
Minha mãe suspirou e tirou as mãos do rosto.
-Estou bem, filho. É só... só uma coisa que anda me atormentando. – Disse ela se encostando no sofá e fechando os olhos.
-E isso é segredo ou eu posso saber? Quem sabe não lhe ajuda se você desabafar? – Falei me sentando ao seu lado.
A minha relação com a mamãe sempre fora ótima, tínhamos nossas brigas de mãe e filho, como por exemplo quando uma garota saiu de casa chorando por que eu não quis namorá-la, foi o maior rolo com minha mãe, ela me disse que eu não podia fazer aquilo com uma garota, foi quando me lembrei que foi o que meu pai fez com ela, deu esperanças e depois a abandonou, a única diferença era que meu pai deixou minha mãe grávida. Talvez eu tivesse puxado ao meu pai em termos de garotas, todas queriam me namorar, mas eu só queria pega-las. Suspirei, me lembrar do meu pai era uma das poucas coisas que me deixavam tristes, normalmente sou o alegre e carismático e as vezes até imaturo, quando faço piadas em momentos sérios. Passei a mão nos ombros de minha mãe.
-É segredo, mas você é assunto principal desse segredo e é você que mais tem que saber desse segredo. – Ela falou endireitando-se no sofá e começando a ficar um pouco histérica na minha opinião. – Você é quem deve mais saber deste segredo, mas... eu tenho medo que você me abandone, igual ao seu pai.
-Meu pai foi embora por causa desse segredo? – Perguntei, talvez minha mãe tivesse feito algo e por isso meu pai a havia abandonado, eu não sei bem por quê, mas sempre tinha esperanças que houvesse tido algum motivo para ele abandoná-la, sempre tive esperanças que mau pai não fosse igual a mim, sempre tive esperanças que meu pai não quisesse apenas se aproveitar da minha mãe, sempre tive esperanças por mais que soubesse que ele apenas a abandoná-la.
-Bem... mais ou menos... – Ela falou hesitante, talvez pensando se me contava ou não o tal segredo. Mas isso só me fez querer saber mais sobre o segredo.
-Mãe, acho melhor a senhora me contar, quem sabe assim a senhora não se sente melhor. – Tentei falar com a voz mais calma e natural que conseguira, por um instante ela pareceu considerar a idéia de me contar, mas quando abriu a boca, fechou a cara.
-Eu odeio alguns dos traços que seu pai deixou em você! – Ela exclamou e se levantou. – O segredo não é nada, eu só estava querendo fazer drama. – Ela falou por mais que eu não acreditasse. – Agora vá para o seu quarto quero ver ele limpo quando eu subir.
-Mas ele JÁ está limpo, mãe! – Falei como que implorasse, não queria ficar trancado no meu quarto enquanto fazia um lindo dia lá fora, com um Sol de admirar.
-Não quero saber, hoje você não vai sair. – Ela falou e começou a andar para a cozinha.
-Mas mãe, eu consegui o telefone de uma gata, deixa eu sair com ela, vai! Por favor! – Implorei.
-Pra que? Pra decepcioná-la assim como fez com as outras garotas? Assim como seu pai fez comigo? – Ela falou.
Agora tinha chegado a um ponto crítico, ela nunca falara do papai daquele jeito. Como sempre quando falávamos do meu pai, eu fechei a cara, mas dessa vez ela pegou pesado, eu sabia que ela tinha razão, mas não gostava de ver ninguém falando dele assim. Bati a mão com força na parede e gritei.
-NÃO FALE DELE ASSIM! – Gritei. Me arrependi logo em seguida, ela me olhou sobressaltada, eu nunca havia gritado com ela. Mas a raiva tomou conta de mim naquele instante, primeiro ela me vem com um segredo e me faz ter esperanças de que meu pai não tem culpa e logo depois praticamente xinga ele. Eu fiz algo que fica entre gemido e grito, bati o pé e subi as escadas com raiva.
Já no meu quarto bati a porta com toda a força que tinha. Fui para a frente do espelho, e fiquei me observando, “será que eu me pareço com meu pai?” fiquei observando meus cabelos loiros um pouco encaracolados, meus olhos verdes, meu porte atlético, minha cor bronzeada, meu carisma, meu senso de humor, alguma coisa tinha de ser parecida com meu pai. Fui para o banheiro e molhei o rosto, tinha que me acalmar. Voltei para o quarto e peguei um camisa de botão quadriculada e botei por cima da camisa branca que eu vestia, tirei os chinelos e coloquei um All Star, ajeitei meus cabelos e desci as escada novamente.
-A onde vai? – Escutei a voz da minha mãe atrás de mim quando toquei na maçaneta da porta.
-Vou dar uma volta, volto cedo. – Falei tentando ao máximo manter a voz neutra.
Abri a porta e sai, minha mãe tinha dito algo que eu não entendi. Quando fechei a porta, notei que o Sol ficara mais forte desde a última vez que olhei pela janela, ainda bem que estava de bermuda. Quando me afastei um pouco de casa tirei um papel e o meu celular do bolso. Iria me encontrar com a Lucy, precisava extravasar com alguém e nada melhor que beijar uma garota.
Horas depois
Voltei para casa umas seis horas da tarde, eu conseguira convencer a Lucy a me beijar no primeiro encontro, portanto, estava feliz. Quando cheguei em casa minha mãe parecia estar em estado de choque, estava completamente pálida com as mãos no rosto, sentada no sofá, ela havia me ligado muitas vezes desde que eu tinha saído, por isso havia desligado o celular, não queria ninguém me atrapalhando, mas minha mãe não era de se preocupar com isso, ela nunca ficara tão preocupada durante uma saída minha.
-Mãe! Você está bem? – Falei me ajoelhando ao seu lado, completamente preocupado.
-Graças aos deuses, você está bem! – Ela exclamou me abraçando. Achei estranho o fato dela ter usado deus no plural. – Eu liguei tantas vezes para você, estava morrendo de preocupação!
-Mas mãe, eu sempre dei essas saídas e você nunca ficou tão preocupada! – Falei, saído do seu abraço para ver como ela estava. – Por que logo agora se preocupou tanto? Você está se sentindo bem? – Perguntei preocupado.
-Filho, tenho uma coisa muito importante para falar para você e por mais que a história pareça absurda é verdade. – Falou ela, agora ficando séria.
-Como assim mãe? Não estou entendendo. – Falei, agora além de estar preocupado com ela, também estava confuso.
-Apenas prometa que não vai me contradizer e que vai acreditar em todas as palavra que eu disser. – Ela falou séria, segurando meu rosto.
-Mãe, a senhora está me assustando. – Falei com um pouco de medo, ela parecia estar completamente fora de dia.
-Prometa, Nath, apenas prometa. – Ela falou, agora com um pouco de severidade na voz.
-P... Prometo. –Falei por fim. – Agora o que está acontecendo mãe? Está me deixando preocupado.
-Nath, sabe a histórias e mitos gregos? – Eu acenei com a cabeça, eram maravilhosas as histórias gregas, minha preferida era a história da Odisséia. – Bem... digamos que elas são reais...
-Mas mãe, deuses não e...
-Você me prometeu que não iria me contradizer. – Ela falou co severidade. Apenas acenei como quem dissesse que não iria interrompê-la mais. – Bem... as histórias gregas são verdadeiras, tudo existe, desde os titãs até as dríades. E, bem... como nas histórias gregas, os deuses descem do Monte Olimpo para terem prazeres com os mortais e por vezes acabam tendo filhos, que são conhecidos como semideuses, e bem... até hoje os deuses têm esse hábito. – Fiquei pasmo, ela realmente perdera a razão, eu não devia tê-la magoado de manhã, agora minha mãe estava delirando.
-Mãe, por favor não me diga que eu sou fi... – Mas ela não me deixou acabar, já fazendo afirmações.
-Você é filho de um deus grego, sim, e você prometeu que acreditaria em mim.
-Sim, mãe! Acreditaria, mas o que a senhora está falando é impossível, a senhora está falando que eu sou filho de um deus grego.
-Eu não diria tal absurdo se não fosse verdade. – Ela falou séria se levantando e fazendo cara de quem foi ofendida. – Você me deu sua palavra que acreditaria, mas quem mandou um não fazer você jurar pelo rio Estige.
-Mãe, o que você está falando é uma completa loucura, os mitos gregos não existem mãe! – Exclamei realmente preocupado com a saúde mental da minha mãe.
-Então você quer um prova de que tudo isso é verdade... – Disse ela indo até a estante e pegando uma caixinha, de dentro da caixa ela puxou um circulo estranho, demorei um pouco para perceber que era uma moeda.
-Mãe... por que você pegou uma moeda? – Perguntei estranhando.
-Você verá... – Ela falou enquanto seguia para a cozinha. – Venha! – Ela me chamou.
Quando cheguei na cozinha ela ligava a torneira na água quente, que com contato com o Sol formou um pequeno arco-íris.
-Mãe, isso é só um...
-Veja... – Ela não me deixou completar, fiquei calado. Ela falou alguma coisa baixinho, mais parecido com uma prece ou algo parecido e então jogou a moeda em direção ao arco-íris, fiz um trajeto com o olho, que era o que a moeda deveria ter feito, mas a moeda simplesmente sumira. Fiquei espantado.
-Acampamento Meio-Sangue. – Minha mãe falou em voz alta e a imagem do arco-íris tremeu até que a imagem de um acampamento apareceu onde deveria estar o arco-íris, mas não era um acampamento normal, em vez das crianças estarem brincando elas estavam lutando, lutas corpo a corpo, lutas de espadas, arco e flechas, uma parede de escalada que escorria lava, aquilo era muito estranho, muito estranho mesmo, um arco-íris que fazia vídeos, um acampamento onde os campistas se matavam e minha mãe me vinha com a história de que eu sou filho de um deus.
-M...m...mãe... o...o que é isso? – Falei gaguejando, estava ficando com medo.
-Isso é o acampamento Meio-Sangue, onde você vai passar os seu verões e, se desejar, os ano inteiro também.
-Então... é mesmo verdade... eu... eu sou filho de um deus! – Exclamei, a idéia parecia ao mesmo tempo assustadora e legal, legal que as histórias emocionantes eram verdade e assustadora por que se os deuses eram reais, os monstros também eram.
-Tem uma pessoa que eu quero que fale com você e que também quer falar com você. – Disse ela jogando mais uma moeda no arco-íres. – Apollo, Monte Olinpo.
A imagem tremeu novamente e apareceu um homem louro, bronzeado e atlético, ele sorria, ele era parecido comigo, ele era...
-Olá filho! – Disse Apollo, o deus dos arqueiros.
Era difícil acreditar, mas era verdade, eu era filho de Apollo.

Pai: Apollo
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Mensagem por Eileen Mayfair em Sex Nov 04, 2011 9:58 pm

♦ Nome completo: Eileen Mayfair

♦ Idade: 15 anos

Personalidade: Possui uma personalidade calma e observadora, porém para alguns pode ser considerada traiçoeira pois analisa bem as pessoas que estão a sua volta antes de interagir com elas. Pode ser interpretada como uma pessoa simplesmente reservada.

História:

Eileen possui uma mãe humana que não é do tipo amorosa como se espera que as mães sejam, é do tipo que prefere sair pra trabalhar ou curtir com os amigos do que dar atenção para a própria filha. Nunca conheceu o pai, a mãe disse que se tratava de um ex-namorado com quem se relacionou por pouco tempo informando um nome qualquer para Eileen quando questionou sobre ele, mas não deu muita informação sobre o homem até como uma forma de não irritar o padrasto de Eileen porque era quem pagava a maior parte das contas. O homem em si não era agressivo e nem de longe cruel como contam nas histórias de padrastos, mas também não era ninguém legal e amigável como um pai seria, de forma que Eileen sentiu uma certa probreza nas referências tanto maternas quanto paternas.
Sempre foi considerada uma garota problema pelo fato de tirar notas baixas por ser disléxica e vários professores sempre fizaram queixas para sua mãe que não tinha paciência com o baixo rendimento escolar da filha.

Um dia Eileen decidiu fugir de casa junto com uma das poucas amigas que tinha na escola que era uma garota inocente e amorosa de quem Eileen gostava muito por ser sua melhor amiga, mas durante a fuga algo deu errado e as garotas se viram sendo atacadas por uma estranha criatura. Por sorte um estranho homem apareceu e foi ele que contou que o motivo para ser perseguida era que Eileen era uma semideusa e que deveria ir para o acampamento meio-sangue.



♦ Pai/mãe divino que deseja: Gostaria que fosse Hades, nas regras não dizia nada sobre ter que pedir ficha especial se quisesse ser filho dele mesmo sendo um dos três Grandes e nem dizia que não podia, vi que tinha um Grupo dos Filhos dele então decidi tentar, se houver algum problema gostaria que avisassem que escolho outro.
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Mensagem por Márcia Evans em Seg Fev 20, 2012 7:54 am

♦ Nome completo: Márcia Evans

♦ Idade: 15 anos

Personalidade: A Márcia é muito divertida ,não gosta de demonstrar os seus sentimentos para as pessoas que não conhece , um pouco fria quando quer ,tem crises de bipolaridade e um pouco perversa .

História: A Márcia vive com a sua avó materna ,já que a sua mãe morreu e nunca conheceu o seu pai . Márcia foi vitima de bulling com 12 aos na escola ,ela sempre adorou musica viu a sua historia contada nas muitas musicas que ouvia ,ela não só adorava cantar mas também tocar guitarra e flauta transversal ,todos dessem que ela não parece ter 15 anos porque ela parece mais nova fisicamente ,e porque têm a mente de uma criança de 7 anos

♦ Pai/mãe divino que deseja: Dionisio
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Mensagem por Rodolpho Romanov em Qui Abr 05, 2012 12:29 pm



Nome completo: Rodolpho Benjamim Romanov

Idade: 16 Anos

Personalidade: Rodolpho é uma pessoa simples e tranqüila, e dono de uma personalidade incrível, e sempre reflete sobre as palavras que diz e modera o que vai dizer para não machucar ninguém, não é o tipo de pessoa que diz o que vem á mente, Rodolpho é sensibilidade, ele costuma ver através das pessoas, pois tem uma consciência sensível que lhe é bastante peculiar, e é compreensivo e tem uma aptidão de se imergir no mundo subjetivo do outro e de participar na sua experiência, e tem a capacidade de se colocar verdadeiramente no lugar do outro, de ver o mundo como o outro o vê, e é coerente, e portador de uma autenticidade na qual se traduz na sua idoneidade de aceitar os sentimentos, as atitudes, e as experiências dos outros, e é um ser genuíno e integrado na relação com sua família, amigos e em seus relacionamentos amorosos também, Rodolpho também explora seu meio, em busca das descobertas, logo descobriu as restrições que lhe são impostas, aprendeu, no entanto, a conviver com algumas limitações que o seguirão por toda a sua vida. Aprendeu desde cedo e prontamente a lidar com coisas que exercem influência direta sobre seus objetivos, suas esperanças e seus medos, mesmo que isso exija muita abstração conceitual de si mesmo, possui um caráter como pessoa que não o permite ser separado do seu contexto social, sua cultura afeta a forma como ele pensa, o que pensa, como pensa, como cada cultura tem o seu próprio impacto sua conduta depende da experiência social que ele desenvolve através de representações mentais do mundo, da tradição e da expressão, consegue estabelecer um equilíbrio é a motivação primária para alterar as estruturas mentais, adquiriu a capacidade de uma ordem de pensamento mais elevada, pois constrói sua própria compreensão do mundo, o conhecimento sozinho e seu desenvolvimento cognitivo dependem mais das interações com as pessoas, e é capaz de aprender também através de reforço vicariante, ou seja, através da observação do comportamento dos Outros e de suas conseqüências, com contacto indireto com o reforço.
Minhas Qualidades: Inteligente, ágil, paciente, companheiro, e amoroso.
Meus Defeitos: Tímido, ansioso, e ciumento.

História: Rodolpho Benjamim Romanov, nascido em Canton, Ohio, Estados Unidos, em 1995, 26 de Outubro. Filho de Jane Romanov, e nunca soube quem era o seu pai, e batizado com o nome do seu tio John Rodolpho Romanov III, que faleceu em um assidente, na qual até hoje ninquem descobriu como, mais segundo a sua mãe, o seu tio era a alegria da familía, ele o que fazia todos mundo rir, e com a sua morte, fez um falta enorme e com saudade eterna, e Rodolpho nunca chegou a conhecer o seu tio, pois ele tinha sido falecifo dois anos antes de eu nascer, e também tem mais setes tios, sendo dois tios, e cincos tias, sendo, Tio Peter, Tio Hugo, Tia Mel, Tia Helena, Tia Joana, Tia Cassandra e Tia Georgia, segundo minha mãe todos deles moram em Londres, e os unicos familiares que termos por perto é a minha avó, April Romanov, que faleceu alguns meses depois de eu nascer, e com o tempo sua mãe foi obrigada a se mudar assim que Rodolpho completou-se um ano de vida. Rodolpho então morrou com a mãe em Los Angeles, até completar cinco anos. Pelo azar de sua mãe, Jane era constantemente atacada por monstros e outras criaturas, que isso acontecia todos os dias, e então sua mãe acabou enlouquecendo quando, Rodolpho, fez sete anos e então, sua mãe foi mandada para uma clínica e Rodolpho acabou que foi mandado para um orfanato, que de onde fugiu quando tinha apenas Oito anos. Rodolpho mesmo assustado com tudo aquilo, foi descoberto por um diretor do acampamento meio-sangue, que na qual explicou a minha origem e me convidou, para ir ao acampamento meio-sangue, onde vive a maior parte de sua vida até atualmente, e também conheceu vários amigos e inimigos, seu maior sonho era ser reclamada por Zeus.

Pai/mãe divino que deseja: Zeus

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Mensagem por Bailey Jensen Pickett em Dom Jun 10, 2012 9:33 am

♦ Nome completo:Bailey Jensen Pickett



♦ Idade: 15 anos

Personalidade: Bailey sempre teve personalidade bem forte,orgulhosa.,complicada,bipolar,teimosa,marota,divertida,avoada,pouco mimada,nem um pouco patricinha
História: No dia 06 de outubro de 1996,Bailey Jensen Pickett nasceu em Kettlecorn,Kansas,ela sempre foi criada pela mãe dela e pela avó por parte de mãe,porem numa viagem de carro,ela acabou falecendo e por um milagre a pequena Bailey sobreviveu,semanas depois uma mulher achou ela na porta do orfanato,inicialmente achou que ela tinha morrido mas depois ela viu que ela ainda estava viva,ela começou a cuidar muito dela.Logo depois aos 9 meses de idade,ela falou a primeira palavra dela e enquanto todos esperavam que ela falaria algo normal do tipo ''mamãe'', ''papai'' mas ela surpreendeu a todos quando falou água,e todos riram muito com ela e bateu palminhas bem alegre,aos 2 anos de idade foi adotada pelos Jensen Pickett 's ,que eram bem ricos e gentis.

Eles não podiam ter filhos então viam na pequena Bailey uma esperança de ter uma filhinha que pudesse orgulhar eles.Ela sempre gostou de ir a praia,na piscina,e qualquer coisa que tinha água no meio,ela sabe que é adotada e mesmo assim não deixa de amar os pais pois eles davam coisas para ela,além deles darem uma família para ela.Mas um belo dia algo aconteceu que mudou sua vida para sempre.

Ela estava na escola e tudo parecia normal,ela não aguentava mais conviver com o déficit de atenção dela,ela enxergava tudo em grego,e por isso na maioria das vezes ela fingia que via em inglês,só para não sofrer na sala de aula,não era a mais popular,nem a excluída que sofria bullying,mas havia algo que ela sabia fazer muito bem que era participar da equipe de natação e surfe,e enquanto ela treinava na piscina ela é chamada pela treinadora a senhora Robert's,ela obviamente perguntou o motivo da chamada,para ela era sobre a final do campeonato ou algum treinamento surpresa,mas do nada a senhora Robert's virou um monstro o que era muito tenso,e era uma fúria,ela já havia tido aula sobre esses monstros mas ela pensava que era lenda,só deu tempo dela se trocar e chegou ao acampamento meio sangue com a intenção de pedir abrigo,ela viu um centauro,que se chamava Quíron,no segundo dia no acampamento ela foi reclamada por Poseidon,tudo fazia sentido na vida dela,a conexão com a água,o jeito como ela sabia lidar com os esportes aquáticos,especialmente natação e surf,é o começo de uma fase nova para a Bailey Jensen Pickett,semideusa filha de Poseidon



♦ Pai/mãe divino que deseja:Poseidon.


Última edição por Bailey Jensen Pickett em Qua Ago 01, 2012 5:16 pm, editado 1 vez(es)
Bailey Jensen Pickett
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Mensagem por Elizabeth A. Lauren em Sab Jul 07, 2012 11:35 am

♦ Nome completo: Elizabeth A. Lauren

♦ Idade: 16

Personalidade: (descreva como o seu personagem é em termos de qualidades e defeitos)

Sou melhor do que as pessoas pensam pior do que elas imaginam os elogios não me iludem e as criticas não me abalam.Sou oque sou não oque querem que eu seja


História: (conte-nos a história de seu personagem, de onde é, como é o pai ou mãe humano e etc. Mínimo de 8 linhas)

Sempre senti algo estranho em mim, algo que me diferenciava de todos os outros meus amigos, às vezes, eu criava e fazia mágica, tanto que com três anos era o mágico da escola, um prodígio. Meu pai era mafioso da Itália, e nunca entendera e nem acreditara em meus truques. Até que um dia, com quatorze anos, eu saia do colégio com um amigo meu, Brunno, que até onde eu sabia não tinha nada de anormal, além de usar muletas. Nós saiamos do colégio e senti algo estranho, uma grande sombra acima de mim, e de repente, ela pousou na nossa frente. Um tipo de névoa me embassou os olhos, e então, pude ver algo estranho, uma coisa que era meio mulher meio passaro, quando, de repente Brunno gritou: - Harpia!
Agente saio correndo, e quando percebi, Brunno estava correndo, e eu ouvia ''toc, toc, toc, toc...'', quando o olhei, ele agora tinha as pernas de bode, enmarronzadas. Antes que eu pudesse falar algo, ele deu um coice na Harpia e subiu num ônibus.
Depois de muito tempo, e dele ter me explicado tudo, pegamos minhas coisas e partimos aos Estados Unidos num avião, e no outro dia, ainda enquanto dormia, chegamos de carro à um lugar chamado ''Acampamento Meio-Sangue''.





♦ Pai/mãe divino que deseja: Hécate
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Mensagem por Ananda Ellektra La Blank em Sab Jul 28, 2012 10:09 pm

♦ Nome completo:Ananda Ellektra La Blank

♦ Idade:12

Personalidade: Extrovertida,mais nunca a teste pois pode se dar mau.Defeito explode facil demais.

História: Possui uma mãe humana que não é do tipo amorosa como se espera que as mães sejam, é do tipo que prefere sair pra trabalhar ou curtir com os amigos do que dar atenção para a própria filha.Nunca conheceu o pai,a mãe sempre falava que um ex-namorado qualquer,mas não deu muita informação pois na hora o padrasto estava lá,era ele que pagava as contas lá de casa para falar a verdade nunca gostei muito dele não era muito amigavel.
Foi quando Ananda resolveu fugir de casa,já que a mesma não considera aquilo onde ela morava de lar.Quando estava no segundo dia de fugitiva ela conheceu um garoto que andava de moletas,mais de noite eles foram atacados por uma fúria,e nesse ataque ela acabou descubrindo que esse garoto era metade Humano-bode mais no palavriado certo Satiro que veio guila até o acampamento Meio-Sangue.
♦ Pai/mãe divino que deseja:Hades
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Mensagem por Drake Stewart em Sab Mar 09, 2013 4:17 pm

Nome completo: Drake Stewart.


Idade: 19 anos.


Pai/mãe divino que deseja: Hades


Personalidade: Sempre se destacou por sua frieza em relação e todos, e por sua pele clara e pálida, e cabelos negros como a noite.Na escola tinha apelidos como: Zumbi, Morto-vivo, entre outros. Mas ele não ligava, pelo contrário, até gostava,por que em suas outras escolas,as quais foi expulso,não tinha amigos e a atenção de ninguém. E ele não gostava de se sentir sozinho. Como se os outros o desprezassem por algum motivo específico.



História: Filho mais velho de três irmãos, Drake nunca levou em conta sua família. Gostava de ficar sozinho, e o mais estranho era que ela gostava de ficar em lugares mais escuros possíveis, como se fosse amigo das sombras. Seus colegas de classe chamavam ele de Morto-vivo, porque mal falava e sequer se mexia. Um dia enquanto pensava na vida num cemitério de seu bairro, o Brooklyn, em Nova York, onde vivia desde quando seu irmão do meio, Caius nasceu, e sua mãe teve que mudar-se. Drake pensava em seu pai, uma estranha sensação percorreu seu corpo ao pensar que seu pai poderia estar morto neste mesmo cemitério a qual ele estava. Um vento soprou forte e frio. Com um calafrio repentino ele desceu da árvore que estava e caminhou entre os tumulos, caminhou uns 2 minutos, quando achou um tumulo que dizia :
Drake Stewart
1994 - ∞
Drake,não entendeu porque o símbolo do infinito, e nem porque o tumulo reservado para ele, ninguém nunca havia reservado tumulo para ele em sua família. Ele correu para falar com sua mãe sobre aquilo, mas ao chegar próximo ao portão de entrada, onde pulava todas madrugadas, uma forma de mais ou menos 2 metros e meio de altura entrou e seu caminho e disse:
- Pare jovem herói, seu pai me mandou aqui para leva-lo para aquela droga de acampamento. - ele fez uma pausa olhou com seus olhos vermelhos reluzentes para Drake, e continuou - Você é um filho do Senhor dos Mortos, Deus do Mundo Inferior,vamos logo,o Sr. Hades não gosta que eu demore em missões.

Drake Stewart

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Mensagem por Evelly em Ter Maio 07, 2013 3:34 pm

♦ Nome completo:
Alice Shinayder
♦ Idade:
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Personalidade: Pequena,estressada,orgulhosa,morena,estuda muito,adora e protege seus amigos.

História: Alice morava na Califórnia junto com seu pai,seu irmão mais velho e sua madrasta que estava grávida.Alice nunca viu sua mãe,mas sempre sentiu que ela estava a protegendo.Certa vez,Alice passeava com seu irmão,quando viu uma mulher muito bela que a atraiu para uma armadilha,Alice conseguiu se defender, no meio da luta foi ajudada por dois amigos e juntos acharam um homem-bode que disse que havia um lugar melhor para os três,o Acampamento Meio-Sangue.

♦ Pai/mãe divino que deseja:Atena
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Mensagem por Lissa Heartphilia em Ter Ago 06, 2013 5:10 pm

Nome completo: Lissa Heartphilia

♦ Idade: 15

. Personalidade: Lissa é uma garota bondosa, alegre , carinhosa e extremamente amigável. Mas, ao mesmo tempo, é uma garota tímida e desastrada. É baixinha, cerca de 1,57m mas odeia quando ressaltam isso.

♦ Pai/mãe divino que deseja: Apolo

. História:
“Eram quinze para as três da tarde, e já estava quase na hora da competição de arco e flecha. Suspirei. Eu sempre fui boa com arco e flechas e, como líder da equipe da escola, eu fui selecionada para a competição escolar de Arco e Flechas.
Os competidores deste ano eram barra pesada. Todos muito bons, e eu sentia que minhas mãos começaram a suar, enquanto eu estava esperando no vestiário.
Toc. Toc. Toc.
Bateram na porta, e meu coração acelerou.
- Lissa? – um garoto que eu nunca vira na vida adentrou o recinto. Ele tinha cabelos loiros arenosos e seu sorriso era belo. Ele não parecia ser um competidor, e nem um dos organizadores do evento. Usava jeans, camiseta preta e um casaco branco, que ressaltava seus músculos.
- Desculpe, mas conheço você? – perguntei, cautelosamente. Ele poderia ser um maníaco. Dei um passo para trás.
Ele riu. E foi uma risada prazerosa. Depois, adentrou o recinto.
- Então você é a Lissa? – o garoto sentou-se no banco que havia ali. – Finalmente eu estou conhecendo você. E você a mim. – ele sorriu.
- Quem é você? – perguntei, mas quando ele abriu a boca para me responder, Terry abriu a porta do vestiário, anunciando ser minha vez de ir à arena. – Desculpe. Podemos conversar depois? – falei para o garoto, e ele apenas concordou com a cabeça.
Fui sair, mas ele me tomou pelo braço e me abraçou.
- Boa sorte... – sussurrou. Depois, me soltou e saiu do local. Foi quando percebi que havia um arco em cima do banco onde ele estava. Junto, havia um bilhete. “Para Lissa.”
Peguei o arco, que era lindo. Era dourado e super leve. E era para mim! Ainda boquiaberta, fui para a arena.
Apesar de serem três horas da tarde, o sol não torrava minha pele. Nunca torrou. Nunca. Mas desta vez parecia diferente. Os raios solares acarinhavam minha pele, de um jeito confortável.
Olhei na arquibancada, e lá estava minha mãe, sentada. Ela acenou e sorriu. E, ao lado dela, estava o garoto. Olhei para ele, e apontei para o arco. Ele sorriu e concordou com a cabeça.
- Lissa Heartphilia! – o juiz falou, e eu me virei para os alvos, automaticamente. Preparei uma flecha, e atirei.
E me xinguei. Atirei torto! Droga! Mas, como num passe de mágica, a flecha acertou o alvo. Bem no centro. Todos aplaudiram. Atirei mais quatro vezes, e todas as flechas acertaram no centro do alvo, fazendo de mim a campeã da modalidade.
Após a premiação, minha mãe veio até mim, acompanhada do garoto.
- Parabéns, filha! – ela me abraçou. Depois, seu sorriso desapareceu e ela me olhou seriamente. – Lissa, tem alguém que quer falar com você. – ela olhou para o garoto. – Vou deixar vocês a sós. – então se retirou.
Encarei o garoto. E ele fez o mesmo.
- Lissa... Vamos conversar então. – ele sorriu. – Gostou do meu presente?
Olhei para o arco em minhas mãos.
- Claro! – sorri para ele. – Obrigada. Me ajudou muito.
Ele sentou-se no chão, e eu fiz o mesmo.
- Repito a pergunta. – falei, fazendo seus olhos voltarem-se para mim. – Quem é você? E como conhece a mim e à minha mãe?
O garoto tocou meu rosto carinhosamente.
- Vou lhe fazer uma pergunta, Lissa. – ele respondeu, me deixando confusa. – Coisas estranhas aconteceram com você? Tipo, saber quando as pessoas mentem ou não, o sol não te incomodar ou curar seus ferimentos? – meu queixo caiu. Como ele sabia disso? – Você tem uma boa pontaria, certo?
- C-Certo... – gaguejei. – Como você...
- E, além disso, você é extremamente boa com instrumentos musicais e canta bem, não é? – pasma, concordei com a cabeça. – Mas, acima de tudo, você tem sonhos, não é? Sonhos que te mostram o futuro.
Pus-me de pé. Como ele sabia de tudo isso?
Como ele sabia que, quando eu caí de bicicleta e ralei o joelho, foi só ficar exposta ao sol por 5 minutos que meus ferimentos sumiram? Como ele sabia que eu era boa com qualquer instrumento musical? Mas acima de tudo: como ele sabia dos meus sonhos?
- Quem é você? E por que está me espionando? – perguntei, horrorizada.
O garoto suspirou.
- Bom, como você sabe quando uma pessoa está ou não falando a verdade, vou lhe contar. Sou Apolo, o deus do sol.
Meus joelhos cederam. Apolo?
- Você não é Apolo... – falei, incrédula, tentando procurar a mentira nele. Mas não achei.
- Você sabe que não estou mentindo. – ele falou, aproximando-se de mim.
- Mas... O que Apolo quer de mim? – sussurrei, com medo.
O deus riu.
- É que eu sou seu pai, Lissa. – meu corpo entrou em choque. Eu era... Filha de um deus? Vendo meu choque, Apolo se aproximou, mas eu recuei. Ele suspirou. – Tem medo de seu pai?
Não consegui mexer nem um músculo. Eu não sabia o que fazer, ou o que dizer. Era tudo confuso. Minha cabeça girava e Apolo começou a ficar fora de foco.
Deitei na grama.
- Há um lugar ao qual eu quero levar você. E se chama Acampamento Meio Sangue. Lá você estará segura. Venha comigo, por favor, Lissa. Eu só quero proteger você. – ele se aproximou de mim, com os braços estendidos. Minha mente se recusava a acreditar naquele ser, mas meu coração sabia que ele estava falando a verdade. Então, eu permiti que ele me pegasse no colo e me levasse dali. Para uma nova casa. Uma nova vida.
Lissa Heartphilia
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Mensagem por Lily Kohls em Sex Maio 08, 2015 3:06 pm


Acampamento Meio-Sangue

Olimpianos


♦ Nome completo: Lily Kohls

♦ Idade: 15 anos

♦Personalidade: Muito alegre e extrovertida, Lily encanta a qualquer um com sua personalidade, sua beleza e seu carisma. Apesar de ser vaidosa e egocêntrica Lily não é uma garota fútil e se preocupa com o bem estar de quem está ao seu redor.

♦História: Lily é uma garota comum de Manhattan, com uma ótima vida, apesar de certos problemas no colégio. Sua mãe, Grace Kohls, uma renomada advogada - com longos cabelos loiros e lindos olhos avelãs - , sempre lhe tratava como um princesa. Seu pai? Ela simplesmente não o conhecia, quando Lily tocava no assunto Grace contornava-o nunca respondendo suas perguntas.

Em um dia qualquer Lily acorda com os raios de sol batendo em seu rosto, por mais que ela adorasse o sol e o calor, isso aquela hora da ''madrugada'' não era legal. Lily percebeu que deixara a cortina aberta, mas não quis levantar para fecha-la, simplesmente queria que o quarto ficasse escura para que voltasse a dormir. O estranho, é que isso foi o que aconteceu. O quarto simplesmente escureceu. Não escureceu de uma maneira normal, como se o sol se escondesse atrás de uma nuvem, podia ver claramente o sol iluminado o lado de fora, mas de alguma maneira o interior do quarto estava escuro. Ok, dormir está afetando meu cérebro. Ela se levantou e foi em direção ao banheiro para tomar um banho.

...

Depois de um bom banho, Lily foi a cozinha e encontrou sua mãe tomando café para ir para o trabalho, - Bom dia, acordou cedo hein?! - Disse sua mãe pegando uma xícara de café. Lily também pegou uma para si, - Não consegui dormir. - Sua mãe se levantou e colocou a mão em sua testa, - Você está doente? Você sempre diz que ama dormir. - Sua mãe brincou e bebeu um gole de seu café, - Esqueci de fechar a cortina. Acordei com o sol batendo em meu rosto, e aconteceu uma coisa estranha. O quarto escureceu mas o sol estava brilhando lá fora. - Sua mãe, que estava levando a xícara à boca, deixou-a cair estilhaçando-a. Alguém bateu na porta, Grace foi atende-la. quando abriu a porta a fechou no mesmo minuto, - LILY! Você tem que sair daqui agora! - Grace falou desesperada e Lily ouviu um estrondo na porta, - O que? Como assim? Por quê? - Lily perguntou assustada, - Não há tempo para explicações, saia pela escada de incêndio e vá a casa daquele seu amigo Roger, diga a ele que um monstro está aqui, ele saberá o que fazer. VAI! RÁPIDO! - Lily ouviu outro estrondo, confusa de mais para conseguir pensar saiu em direção a escada de incêndio. Quando seus pés tocaram o chão ela imediatamente começou a correr em direção a casa de Roger. Chegando lá, ela o gritou desesperado e ele atendeu rapidamente, - Roger, minha mãe está em perigo, ela disse alguma coisa sobre monstro e que era para eu te procurar que você saberia o que fazer. - Lily falou desesperada e Roger imediatamente a puxou pela mão em direção a um carro, - Você não está segura aqui. Vamos! - Ele disse entrando no carro, - Como assim não estou segura? Vamos para onde? - Lily perguntou confusa.

- Para o Acampamento Meio-Sangue.


♦Pai/mãe divino que deseja: Apolo
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